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Os 5 Erros Financeiros Mais Comuns dos Jovens Profissionais

5 min de leitura · Redação CapitalPortugal

O início de carreira é o período em que se formam os hábitos financeiros que vão acompanhar toda uma vida. Alguns erros, cometidos de boa-fé, podem custar dezenas de milhares de euros ao longo das décadas seguintes. Reunimos os cinco mais comuns entre os jovens profissionais portugueses.

1. Financiamento Automóvel a Taxas Elevadas

Comprar um carro novo a crédito, muitas vezes com taxas de juro pouco vantajosas, é um dos erros mais dispendiosos do início de carreira. Um automóvel desvaloriza entre 15% a 20% já no primeiro ano, o que significa pagar juros sobre um ativo que perde valor a um ritmo acelerado. Sempre que possível, prefira um veículo usado fiável, pago com poupança prévia.

2. Não Aproveitar o Efeito do Juro Composto Cedo

Adiar o início dos investimentos "até ganhar mais" é um erro subtil mas caro. Devido ao juro composto, cada década de atraso reduz drasticamente o capital acumulado até à reforma. Começar a investir 50 euros por mês aos 25 anos supera, com frequência, investir o dobro a partir dos 35.

3. Ignorar a Reforma Complementar

O sistema público de pensões enfrenta pressões demográficas conhecidas. Contar exclusivamente com a Segurança Social para manter o padrão de vida na reforma é arriscado. Planos de poupança-reforma (PPR) ou investimentos próprios de longo prazo ajudam a colmatar essa lacuna futura.

4. Acumular Dívida em Cartão de Crédito

As taxas de juro rotativas dos cartões de crédito em Portugal podem ultrapassar os 15% a 20% ao ano. Manter saldo em dívida de mês para mês para financiar consumo corrente é uma das formas mais caras de crédito disponíveis, e deve ser evitada ou liquidada com prioridade máxima.

5. Não Ter Qualquer Fundo de Emergência

Sem uma reserva de liquidez, qualquer imprevisto obriga a recorrer a crédito de curto prazo ou a vender investimentos em má altura. Este é geralmente o primeiro passo que recomendamos antes de qualquer outra decisão de investimento — veja o nosso artigo dedicado sobre o fundo de emergência.

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